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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas, em 17 de outubro de 2017

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou nesta segunda-feira os principais partidos da oposição de boicotar as eleições municipais marcadas para dezembro, e ameaçou prender os que sabotarem o processo.

"Me declaro em batalha contra os que pretendem subverter e atacar o sistema eleitoral", disse Maduro durante encontro com os governadores eleitos no dia 15 de outubro.

Maduro reagia ao anúncio da Ação Democrática, Primeiro Justiça e Vontade Popular de não participar das municipais de dezembro.

Os três partidos, que integram a coalizão Mesa da Unidade Democrática (MUD), afirmam que não há garantias porque o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) está sob o controle do governo.

"Estão convocando para sabotar o processo eleitoral (...). Há muita vaga na prisão para quem pretende incendiar a Venezuela", disse o presidente.

O presidente denunciou a ofensiva "criminosa" para deslegitimar o sistema eleitoral com denúncias de supostas fraudes durante a votação de 15 de outubro. "Quem faz este tipo de ataque deve pagar".

Maduro citou diretamente Freddy Guevara, porta-voz da Vontade Popular, que disse que seu partido se dedicará a obter garantias para as presidenciais de 2018.

"Diz este filhote de Hitler que saem destas eleições porque estão se preparando para as presidenciais. Quer dizer que as máquinas do CNE são boas para as presidenciais mas não para as municipais?! A oposição está caminhando para a autoaniquilação".

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AFP