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Nicolas Maduro em 30 de abril de 2017

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, prorrogou nesta terça-feira o estado de exceção, vigente desde janeiro de 2016, em meio a onda de protestos contra seu governo, que já deixou 42 mortos em seis semanas.

Prorrogado pela sétima vez, o estado de exceção permite ao governo restringir "garantias" constitucionais e adotar medidas especiais de "ordem social, econômica, política e jurídica", destaca o Diário Oficial.

Com a medida, Maduro pode "desenhar e executar planos especiais de segurança pública para enfrentar as ações desestabilizadoras contra a paz da Nação, de segurança pessoal e na defesa das instalações e bens públicos e privados".

A medida foi renovada por mais 60 dias, em meio a onda de protestos contra Maduro, que além dos 42 mortos já deixou centenas de feridos e detidos. Os adversários do presidente exigem eleições gerais para antecipar sua saída do poder.

Maduro governa sob o estado de exceção, apesar da rejeição do Parlamento (dominado pela oposição), devido ao aval do Supremo Tribunal de Justiça, cujos membros são ligados ao chavismo.

A Venezuela atravessa uma profunda crise econômica, com escassez de alimentos e remédios, e uma inflação estimada pelo FMI em 720% para 2017.

Maduro, que acusa a oposição de promover uma "guerra econômica" contra seu governo, é rejeitado por mais de 70% da população.

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AFP