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(16 mai) Maduro participa de um programa de TV em Caracas

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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, afirmou nesta terça-feira que pretende incluir na Constituição o "Carnê de Pátria", documento criado para dar acesso a programas sociais e para comprar alimentos subsidiados, chamado pela oposição de "mecanismo de controle social".

"O Carnê da Pátria, vamos constitucionalizar", disse Maduro em uma reunião com os ministros exibida pelo canal estatal VTV.

De acordo com presidente, 13 milhões de venezuelanos, de uma população total de 30 milhões, utilizam o carnê.

Maduro pretende incluir o documento na Constituição redigida pela Assembleia Nacional Constituinte que convocou e que a oposição considera uma "fraude" para evitar eleições e manter o chavismo no poder.

O governo de Maduro enfrenta desde 1 de abril uma onda de protestos que deixou 42 mortos. Os opositores exigem a saída do presidente por meio de eleições gerais e rejeitam a convocação da Constituinte.

"Constituinte ou a guarimba (protesto violento), Constituinte ou o ódio. A Constituinte vai acontecer, com chuva, trovão ou relâmpago", disse o presidente.

Os protestos da oposição acontecem em meio a uma grave crise econômica, com a maior inflação do mundo e uma severa escassez de alimentos básicos e remédios.

O "Carnê da Pátria", um cartão eletrônico, foi lançado pelo governo em janeiro para, alega o chavismo, melhorar a situação social da população.

O documento é exigido para a inclusão em programas sociais estatais de habitação e alimentos a preços reduzidos em áreas populares. A oposição o compara ao cartão de racionamento em Cuba.

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AFP