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Membros do grupos "Herois da Pátria", que juntou policiais e soldados vítimas do conflito armado colombiano, marcharam em apoio ao processo de paz com as Farc, em Cali, Valle del Cuaca, no dia 30 de agosto de 2016

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O "sim" lidera as intenções de voto para o referendo que será realizado em outubro na Colômbia sobre o acordo de paz entre o governo e a guerrilha das Farc, que visa a por um fim a um conflito armado de 52 anos, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira.

Disseram que votarão a favor do pactuado entre o governo de Juan Manuel Santos e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc, marxistas) 59,5% dos entrevistados, após quase quatro anos de negociações em Cuba, indicou uma consulta do instituto de pesquisas Datexco para o jornal El Tiempo, de Bogotá, e a emissora W Radio.

Já 33,2% dos entrevistados disseram se inclinar pelo "Não", 4,7% se disseram indecisos e 2,6% não opinaram, acrescentou a consultoria, que entrevistou 2.019 pessoas maiores de 18 anos por telefone em Bogotá e em outras regiões do país, com exceção da amazônica, das planícies (Llanos) orientais e das ilhas de San Andrés e Providencia.

Em 2 de outubro, os colombianos são convocados a votar para se pronunciar sobre o que foi pactuado com as Farc, a principal e mais antiga guerrilha do país, que se o pacto for aprovado, deporá as armas para se tornar uma organização política legal.

Os eleitores deverão responder "Sim" ou "Não" à pergunta: "Você apoia o acordo final para o fim do conflito e a construção de uma paz estável e duradoura?".

O pactuado será considerado válido se a opção pelo "sim" obtiver mais de 4,4 milhões de votos e for superior aos votos pelo "Não", segundo estabelecido pela Corte Constitucional, que em julho avalizou o plebiscito como mecanismo para referendar o pactuado.

A pesquisa, realizada entre 31 de agosto e 1º de setembro, com margem de erro de 2,13%, mostra que 61,7% dos homens são favoráveis ao que foi acertado com o grupo insurgente contra 31,% que o rejeitavam. No caso das mulheres, 56,6% o apoiam, enquanto 35% o refutam.

A classe média (62,1%) é o grupo socioeconômico mais inclinado a aprovar o acordo, seguido da baixa (58%) e da alta (54,9%).

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AFP