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Cerca de 700 dos 1.235 pilotos da companhia aérea colombiana Avianca entrarão em greve, exigindo melhorias salariais e de segurança

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Cerca de 700 dos 1.235 pilotos da companhia aérea colombiana Avianca entrarão em greve, exigindo melhorias salariais e de segurança, em uma medida considerada "ilegal" pela empresa.

"Em assembleia realizada nesta sexta-feira foi tomada a decisão de fazer a greve, já que 699 pilotos votaram pelo 'sim' e 16 pelo 'não'", disse à AFP uma fonte da Associação Colombiana de Aviadores Civis (ACDAC), que convocou a interrupção do trabalhos.

A greve entrará em vigor em uma data a ser definida entre 20 e 27 de setembro, e, em princípio, só afetará as rotas nacionais, acrescentou a fonte.

A interrupção das atividades foi convocada depois das negociações frustradas com a Avianca, principal linha aérea do país, para igualar os salários dos pilotos colombianos com os regionais adscritos a Avianca Holdings.

Além disso, os pilotos exigem melhorias na segurança operacional.

A companhia aérea considerou "ilegal" a decisão, argumentando que a lei colombiana considera o transporte aéreo como um "serviço público essencial".

É "uma via ilegal que afeta os clientes, a conectividade do país e é uma medida de pressão que não reflete o sentir e nem os interesses dos 22.000 funcionários da Avianca e de suas famílias", indicou em comunicado divulgado nesta sexta-feira em Bogotá.

"Se esta ação for materializada, a linha aérea tomará as medidas disciplinares que correspondem", acrescentou.

A empresa assegurou que durante o processo de negociação, finalizado em 11 de setembro, apresentou mais de 20 propostas à ACDAC.

Em meio às discussões, a empresa chegou a um acordo com a Organização de Aviadores da Avianca (ODEAA), que agrupa os pilotos restantes.

A Avianca assegurou que elabora "planos de ação e mitigação para atender as necessidades" dos passageiros que forem afetados pela greve.

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AFP