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Enviado especial da ONU, Martin Griffiths, chega no aeroporto de Sanaa, em 16 de setembro de 2018

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Trinta e dois rebeldes foram mortos em combates e ataques aéreos nas últimas 24 horas em torno de Hodeida, a principal cidade portuária no oeste do Iêmen, informaram neste domingo fontes militares e médicas.

Esta nova fase de violência coincide com a chegada neste domingo do emissário da ONU, Martin Griffiths, à capital iemenita Sanaa, de acordo com uma fonte aeroportuária.

Um dos bombardeios aéreos da coalizão liderada pela Arábia Saudita visou a antena da estação de rádio local de Hodeida, controlada pelos rebeldes e localizada na zona oeste da cidade.

Três pessoas morreram neste ataque, segundo uma fonte militar iemenita.

A emissora de televisão Al Masira, controlada pelos huthis, afirmou que o ataque fez quatro mortos: três pessoas da segurança do prédio e um funcionário.

Além disso, 32 rebeldes foram mortos nos combates e bombardeios desde sábado e cujos corpos foram transferidos para dois hospitais de Hodeida, segundo fontes médicas.

Os combates em torno de Hodeida, cujo porto é essencial para a chegada de ajuda humanitária e importações do Iêmen, foram retomados após o fracasso das negociações de paz de 6 de setembro, em Genebra. Os rebeldes se recusaram a participar sem a garantia de poder retornar ao seu país e evacuar os feridos.

Martin Griffiths iniciou novas discussões com representantes dos rebeldes na quinta-feira em Mascate, a capital de Omã. Também prevê reuniões com os líderes huthis na capital Sanaa.

Desde o início da intervenção da coalizão em março 2015, o conflito no Iêmen deixou quase 10.000 mortos, mais de 56.000 feridos e causou "a pior crise humanitária do mundo", segundo a ONU.

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AFP