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A presidente do Chile, Michelle Bachelet, participa como voluntária do censo populacional, no dia 19 de abril de 2017, em Santiago

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Mais de 400.000 voluntários realizavam nesta quarta-feira um censo no Chile, entre eles a presidente Michelle Bachelet, com o objetivo de atualizar a informação da população que data de 15 anos atrás.

Mais de 85% dos 580.000 censualistas voluntários habilitados iniciaram a medição que deve cobrir mais de seis milhões de casas que deverão apresentar um questionário de 21 perguntas sobre as pessoas que vivem na casa com informações de sexo, idade e nível de educação, entre outros dados que servirão para determinar o número de habitantes no Chile.

"É uma informação sobre moradia e população que é fundamental para as decisões tomadas no dia a dia. Assim, esperamos que todo mundo possa participar, apoiar e colaborar", disse Bachelet, que fez o censo de 18 casas na populosa comunidade de Renca, no oeste de Santiago.

O censo, realizado pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), busca atualizar os dados oficiais de população obtidos no censo de 2002, depois de uma medição realizada há cinco anos pelo governo do direitista Sebastián Piñera que foi descartado por graves erros e omissões, o que não permitiu utilizar a informação então arrecadada.

O censo de 2002 indicou que no Chile habitavam 15,1 milhões de pessoas. O governo considera que atualmente a população supere os 17 milhões.

O governo decretou um feriado obrigatório para esta quarta-feira e o fechamento do comércio para facilitar a presença dos habitantes em seus lares.

O censo é de caráter obrigatório e quem não responder ou se negar a receber os censualistas deverá pagar multas.

Os dados recolhidos serão processados e em 2018 serão entregues à informação oficial.

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AFP