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Manifestações diante de embaixadas da Venezuela em vários países

Seguidores do líder opositor venezuelano Juan Guaidó diante da embaixada de seu país em Buenos Aires, no dia 30 de abril de 2019. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 30. abril 2019 - 22:58
(AFP)

Centenas de venezuelanos se reuniram nesta terça-feira diante das embaixadas de seu país em várias Nações, horas após um grupo de militares se rebelar contra o presidente Nicolás Maduro.

Em Buenos Aires, ao menos 500 venezuelanos protestaram diante da embaixada do seu país, separados pela polícia de um grupo de ativistas de extrema esquerda argentinos que rejeitam a revolta contra Maduro.

No início da noite, a polícia dispersou com bombas de gás lacrimogêneo e disparos de bala de borracha os militantes de esquerda argentinos, detendo algumas pessoas, segundo imagens do canal noticiasTN.

Em Washington, cerca de 100 manifestantes contrários a Maduro protestaram diante da embaixada da Venezuela, ocupada por ativistas americanos favoráveis a Maduro para impedir que a sede diplomática seja entregue à delegação do líder opositor Juan Guaidó.

Aos gritos de "tire as mãos da minha embaixada" e "já caiu, já caiu, o presidente é Juan Guaidó", os manifestantes desafiaram os ativistas americanos, que há duas semanas ocupam a embaixada.

A polícia instalou uma dupla barreira de aço para proteger os ativistas que se agruparam nas últimas semanas, formando o chamado Coletivo para a Proteção da Embaixada, dos manifestantes venezuelanos que gritavam frases como "vocês deveriam ter vergonha".

Os ativistas pró Maduro se refugiaram na escadaria da embaixada, cantando "We shall not be moved".

Em Miami, cerca de 300 venezuelanos celebraram o que esperavam que fosse "o princípio do fim" do presidente Maduro.

Na Cidade do México, diante da embaixada venezuelana houve uma batalha de gritos entre mexicanos simpatizantes de Maduro e venezuelanos favoráveis a Guaidó exilados neste país.

Em Lima, dezenas de venezuelanos se reuniram na Praça Alameda de Lima, próxima à embaixada da Venezuela.

Em Quito, ao menos 100 venezuelanos se reuniram diante da embaixada da Venezuela com cartazes com a frase "Venezuela livre" e gritando "liberdade, liberdade", para manifestar seu apoio a Guaidó.

Em Madri, centenas de venezuelanos se reuniram na Porta do Sol, no centro da cidade, para apoiar Guaidó.

"Não é um golpe de Estado", declarou o ex-prefeito de Caracas e líder opositor Antonio Ledezma para cerca de 300 pessoas com cartazes que diziam: "Justiça", "Democracia" e "Maduro destrói a Venezuela".

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