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O presidente americano, Donald Trump, ainda está convidado para ir ao Reino Unido apesar de sua reação ao atentado de Londres na sexta-feira e posterior repúdio de Theresa May

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O presidente americano, Donald Trump, ainda está convidado para ir ao Reino Unido apesar de sua reação ao atentado de Londres na sexta-feira (15) e posterior repúdio de Theresa May, disse a primeira-ministra.

"Sua majestade, a rainha, lhe fez um convite", disse. "O presidente aceitou. É somente uma questão de combinar as datas e a logística", explicou May em entrevista gravada na sexta-feira e divulgada neste domingo (17) pela emissora americana ABC.

Depois de uma explosão no metrô de Londres deixar mais de 20 feridos, Trump foi ao Twitter para culpar "pessoas doentes e dementes que estavam na mira da Scotland Yard".

May reprovou os comentários do presidente americano, assinalando a jornalistas na sexta que "não acredito que seja de nenhuma ajuda para ninguém especular sobre uma investigação em curso".

O fato de Trump fazer afirmações sobre uma série de atentados no Reino Unido incomodou o outro lado do Atlântico, contribuindo para o atraso indefinido de sua muito alardeada visita de Estado.

Mas na entrevista com a ABC, May deixou claro que a visita continua de pé.

"Me dou bem com ele. O presidente Trump tem carinho pelo Reino Unido. Como muitos americanos têm laços familiares com o Reino Unido e trabalhamos muito bem juntos", disse.

"O Reino Unido e os Estados Unidos sempre tiveram uma relação especial e trabalharam bem juntos", apontou.

Sobre a luta contra o terrorismo, May afirmou que Londres trabalha com gigantes como Facebook e Google sobre como "fazer mais" para ajudar as autoridades a perseguir "terroristas" que usam a Internet para planejar ataques, um assunto que, disse, vai apresentar na próxima semana na Assembleia Geral da ONU.

"É uma questão de garantir que possamos impedir que terroristas usem a Internet para preparar ataques, e que possamos deter a difusão de ideologia extremista e de ódio que possa incitar o terrorismo", explicou.

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AFP