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Melbourne está no topo da lista de melhores cidades do mundo para se viver pelo sétimo ano seguido, mas o terrorismo e as tensões diplomáticas prejudicam as condições de moradia em todo o mundo, segundo relatório anual do The Economist

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Melbourne é a cidade mais agradável para se morar pelo sétimo ano seguido, segundo o relatório anual do semanário britânico The Economist.

A cidade australiana lidera a lista das 140 localidades analisadas, à frente de Viena e do trio canadense - Vancouver, Toronto e Calgary.

"É uma vitória para todos os victorianos, que contribuem tanto para que Melbourne seja o melhor lugar no mundo para se viver", declarou Daniel Andrews, primeiro-ministro do estado de Victoria, cuja capital é Melbourne.

A investigação, publicada na quarta-feira, aponta as cidades de acordo com cinco critérios: estabilidade, serviços de saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestruturas.

Segundo a lista do The Economist, grandes cidades como Nova York, Londres, Paris e Tóquio estão cheias de atividades, mas sofrem com um alto nível de criminalidade e com transportes públicos lotados.

O semanário assegura que as cidades médias situadas nos países ricos são as que oferecem maior qualidade de vida. "Elas podem promover uma série de atividades recreativas sem que isto implique em altos níveis de criminalidade ou infraestruturas prejudicadas", de acordo com o relatório.

No entanto, relembra que o aumento dos ataques terroristas afeta a estabilidade mundial. "Atos de terrorismo violentos ocorreram em inúmeros países, entre eles Austrália, Bangladesh, Bélgica, França, Paquistão, Suécia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos", escreveu The Economist.

"Embora não se trate de um novo fenômeno, a frequência e a propagação do terrorismo aumentou de forma notável e são cada vez mais importantes".

O relatório assinala que, nos últimos anos, várias cidades americanas perderam o seu posto na lista "devido a crescentes distúrbios relacionados, sobretudo, ao número de pessoas negras mortas por policiais".

Nas últimas posições da lista figuram a capital da Síria, Damasco, Lagos (Nigéria) e Trípoli (Líbia).

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AFP