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Uma família mexicana observa a fronteira entre o México e os Estados Unidos, em Ciudad Juarez, México, no dia 23 de maio de 2017

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O número de pessoas que tentam cruzar ilegalmente a fronteira entre o México e os Estados Unidos diminuiu consideravelmente este ano em comparação com o ano passado, segundo o governo de Donald Trump, que visitará o sudoeste do país nesta terça-feira.

Entre 1º de janeiro e 31 de julho, a patrulha fronteiriça americana deteve 126.472 pessoas no limite sul do país, o que representa uma redução de 46% em relação ao mesmo período de 2016, disse um funcionário do Departamento de Segurança Interior (DHS).

O total de expulsões caiu porque a chegada de imigrantes clandestinos diminuiu.

No entanto, com a nova política de Trump dirigida a prender em território americano os que tenham violado seu estatuto migratório, aumentou o número de detenções e de expulsões de imigrantes ilegais nessa categoria por parte do serviço ICE (Immigration and Customs Enforcement).

Segundo outro funcionário, desde que se assinaram os decretos, o ICE deteve mais de 91.000 pessoas que se sabia que estavam no país ilegalmente ou que tinham violado seu estatuto migratório. Isto representa um aumento de 44% em relação ao mesmo período de 2016.

E as expulsões derivadas das detenções do ICE no interior do país subiram 32% em relação ao mesmo período do ano anterior.

"A mensagem é que, uma vez que alguém chegue aqui ilegalmente, vai ser detido e expulso do país", indicou a jornalistas o responsável do DHS, durante uma conferência telefônica.

O presidente Trump, que impulsa a construção de um muro gigantesco na fronteira sul para deter a imigração ilegal, se reunirá nesta terça-feira em Phoenix com funcionários encarregados da segurança fronteiriça em Yuma (Arizona), perto do México, uma área que pode servir para ilustrar a pertinência do projeto presidencial.

Nessa zona, após uma lei aprovada pelo Congresso em 2006, foram construídos 100 km de cerca, o que provocou uma queda dramática nas tentativas de atravessar a fronteira. Mas os críticos do projeto apontam que os fluxos clandestinos se trasladaram a outras partes da extensa fronteira de 3.100 km que os Estados Unidos compartilham com o México.

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AFP