Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Funcionários sanitários desinfetam um centro de artes em Seul

(afp_tickers)

O Ministério da Saúde da Coreia do Sul informou nesta sexta-feira que o balanço de mortos pelo coronavírus MERS subiu para 11 e que foram registrados quatro novos casos, o que aumenta para 126 o total de infectados no país.

O número de mortos aumentou desde o primeiro relatório apresentado no dia pelas autoridades, depois que uma mulher de 72 anos morreu após ser infectada por outro paciente em um hospital.

As autoridades já haviam anunciado o fechamento temporário de um hospital de Seul pelo medo de que o local se convertesse em uma fonte de contágio, já que a doença se propagou no país depois que um paciente infectado visitou vários centros hospitalares.

Um porta-voz do governo federal de Seul disse à AFP que o centro permanecerá fechado até 23 de junho.

No país, 52 instalações sanitárias foram expostas à infecção, incluindo 18 em Seul e 16 na província de Gyeonggi.

O hospital St. Mary's na cidade de Pyeongtaek, onde foi registrada a primeira onda de contágios, permanecerá fechado até esta sexta-feira, como medida preventiva que leva em consideração o período de incubação do vírus.

Já o hospital Samsung, o maior centro médico do sul de Seul, onde ocorreram 58 dos 126 contágios, já foi desinfectado e permanecerá aberto.

No entanto, as autoridades convocaram a população a seguir com suas atividades e destacaram que o ritmo de contágios está se desacelerando.

"O número de novos casos confirmados caiu fortemente e há poucos riscos de que o vírus se propague por transmissões aéreas a comunidades fora dos hospitais", disse em um comunicado o ministério da Saúde.

O primeiro caso foi diagnosticado no dia 20 de maio em um paciente que havia viajado à Arábia Saudita.

O homem de 68 anos propagou a doença depois de visitar quatro centros médicos nos quais outros pacientes e equipe médica foram infectados, o que gerou fortes críticas da opinião pública às autoridades.

Atualmente há 3.680 pessoas em quarentena, de um máximo de 3.805 no dia anterior.

AFP