Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Infográfico com mapa da fronteira entre EUA e México

(afp_tickers)

Um mexicano que se suicidou na última terça-feira se jogando de uma ponte fronteiriça de Tijuana estava tentando retornar aos Estados Unidos ilegalmente, depois de já ter sido deportado, informou nesta quinta-feira a procuradoria local.

"Há um ano e sete meses foi deportado e estava radicado aqui em Tijuana", explicou à Rádio Fórmula mexicana o vice-procurador Jorge Alberto Alvarez, do estado da Baixa Califórnia, no noroeste do México.

O homem, Guadalupe Olivas Valencia, de 44 anos, vivia em Tijuana, mas na segunda-feira tentou entrar nos Estados Unidos, acrescentou. Na ocasião, foi detido por autoridades migratórias americanas, que o devolveram ao seu país, segundo as investigações.

"Temos uma testemunha que observou esta pessoa que vinha correndo, subindo na ponte (...) e disse 'não se jogue'. A pessoa (Olivas) respondeu: 'não tenho outra alternativa, o que fiz não tem solução, não tem saída' (...) e em questão de segundos se jogou", afirmou Alvarez.

Esta foi a terceira vez que Olivas foi deportado dos Estados Unidos, onde em duas ocasiões foi detido por temas relacionados a drogas, segundo a procuradoria.

Na segunda-feira tentou se fazer passar por um morador, mas foi detido pelas autoridades migratórias americanas, que o devolveram ao México na manhã de terça-feira.

O presidente americano, Donald Trump, anunciou medidas que reforçam os controles migratórios e que buscam deportar boa parte dos 11 milhões de ilegais, em sua maioria mexicanos.

Trump, que classificou os ilegais mexicanos de "criminosos", desencadeou em janeiro uma crise diplomática com o México ao assinar decretos que autorizam a construção de um novo muro fronteiriço, que insiste que seja financiado pelo governo mexicano.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP