Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Pessoas colocam flores, mensagens e velas para homenagear vítimas de Barcelona e Cambrils, em Cambrils, em 25 de agosto de 2017

(afp_tickers)

Mais de 16.000 pessoas marcharam contra o terrorismo nesta sexta-feira em Cambrils, localidade costeira da Catalunha onde uma mulher morreu em um ataque extremista na semana passada, horas depois de uma van atropelar uma multidão em Barcelona, matando 13 pessoas.

Sob o lema "No tinc por" ("Não tenho medo", em catalão), os manifestantes marcharam ao longo do passeio marítimo nesta sexta-feira à tarde, atrás da prefeita Ada Colau e de outros responsáveis políticos, incluindo o chefe do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), Pedro Sánchez.

Esta marcha aconteceu na véspera de uma grande manifestação pela paz prevista em Barcelona para sábado à tarde.

Como Cambrils, a capital catalã está de luto depois que uma van atropelou centenas de pessoas na turística avenida Las Ramblas, em 17 de agosto.

Horas mais tarde, na madrugada de quinta para sexta-feira, um carro atropelou pedestres em Cambrils, situada a 120 quilômetros ao sul de Barcelona, antes de encontrar um veículo da polícia. Os cinco ocupantes do Audi A3 saíram do carro e começaram a esfaquear as pessoas, matando uma mulher. Todos os agressores foram mortos pela polícia pouco depois.

Os dois ataques de Barcelona e Cambrils deixaram um total de 15 mortos e mais de 120 feridos.

"Mossos, Mossos!", gritavam os manifestantes em Cambrils, em referência a Mossos d'Esquadra, polícia da Catalunha, região do nordeste da Espanha.

Esta polícia regional foi amplamente elogiada por sua rápida resposta aos ataques e a eficácia de sua investigação, que permitiu desmantelar rapidamente a célula responsável por este massacre, com todos os suspeitos detidos ou mortos.

"Somos todos Cambrils", gritavam os manifestantes.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP