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Milhares de venezuelanos fogem para Colômbia por 'corredor humanitário'

Mulher em cadeira de rodas cruza ponte internacional Simón Bolivar, entre Colômbia e Venezuela. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 12. março 2019 - 04:25
(AFP)

Ao menos 5 mil venezuelanos cruzaram nesta segunda-feira para a Colômbia por um "corredor humanitário" aberto temporariamente pela Venezuela após mais de duas semanas de fechamento da fronteira, informou a autoridade migratória colombiana.

"A medida (...) permitiu que mais de 3 mil menores venezuelanos voltassem às aulas e cerca de 800 adultos recebessem assistência médica" na Colômbia".

Os cidadãos cruzaram assim que a Guarda Nacional Bolivariana liberou a passagem pelas pontes internacionais Simón Bolívar, La Unión e Francisco de Paula Santander, que unem a Venezuela ao departamento colombiano de Norte de Santander.

O diretor de Migração da Colômbia, Christian Krüger, defendeu que a abertura das passagens "se mantenha nos próximos dias e que a ditadura de Nicolás Maduro entenda que o fechamento da fronteira é a única coisa que gera ilegalidade".

As passagens de fronteira foram fechadas no dia 22 de fevereiro, por ordem de Maduro, em meio a operação para entregar ajuda humanitária à Venezuela a partir da cidade colombiana de Cúcuta, por iniciativa do líder opositor Juan Guaidó.

Milhares de venezuelanos e colombianos estudam, trabalham ou fazem compras de um lado ou outro da fronteira.

A Venezuela, que rompeu relações com a Colômbia, está mergulhada em uma severa crise econômica e no momento sofre o pior apagão de sua história, que paralisa o país há quatro dias.

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