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Manifestantes durante protesto contra o presidente Nicolás Maduro, em Caracas, em 19 de abril de 2017

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Um membro da Guarda Nacional morreu na noite desta quarta-feira no subúrbio de Caracas, elevando a três o número de óbitos na jornada de protestos - opositores e chavistas - que sacudiu a Venezuela, informaram fontes oficiais.

"Acabam de assassinar um guarda nacional em San Antonio de los Altos, 'os pacíficos'", disse o dirigente chavista Diosdado Cabello em seu programa semanal de TV, ao responsabilizar os opositores ao governo do presidente Nicolás Maduro.

Cabello acusou o líder opositor Henrique Capriles e seus partidários pela morte do guarda nacional.

"Capriles e seu combo de assassinos estavam buscando mortos, desesperados. Mas aqui haverá justiça, tenham certeza de que vai haver justiça", prometeu Cabello.

Durante o dia nesta quarta-feira, um jovem de 17 anos morreu no hospital após ser baleado por motociclistas que atacaram uma concentração opositora no bairro de San Bernardino, em Caracas.

Na cidade de San Cristóbal (oeste), uma jovem de 23 anos foi morta com um tiro na cabeça.

Na noite desta quarta-feira persistiam focos de violência e 'panelaços' em vários bairros de Caracas e em outras cidades da Venezuela.

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AFP