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O ministro Edson Fachin em Brasília, no dia 18 de amio de 2017

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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a investigação do presidente Michel Temer por suposto envolvimento em um esquema de propinas, noticiou a Agência Brasil nesta quinta-feira.

O juiz, relator da Operação Lava Jato no Supremo, decidiu abrir uma investigação sobre o presidente Michel Temer, com base nas delações premiadas dos donos da gigante alimentícia JBS.

A assessoria de comunicação do STF não confirmou a informação.

Na noite de quarta-feira, o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, revelou detalhes da delação de um dos donos da JBS, que afirma que Temer deu seu aval ao pagamento de propinas para comprar o silêncio de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, e seu operador financeiro, ambos presos no âmbito da "Operação Lava Jato".

O presidente só pode ser investigado por atos cometidos durante o mandato e com autorização do poder judiciário. As duas condições estão dadas, visto que as denúncias contidas na delação corresponderiam a março deste ano.

Temer deve fazer um pronunciamento à nação ainda hoje.

O presidente completou um ano no cargo em 12 de maio passado. Em 2016, substituiu Dilma Rousseff, destituída pelo Congresso por manipulação de contas públicas.

Desde o início da operação "Lava Jato", em 2014, que investiga o esquema de propina na Petrobras, a Justiça proferiu mais de 120 condenações contra políticos e empresários, atingindo as principais empresas brasileiras e todos os partidos com maior influência na cena nacional, tanto de esquerda, quanto de direita.

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AFP