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O ministro de Defesa Avigdor Lieberman discursa durante a conferência Herzliya, no dia 22 de junho de 2017

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O ministro israelense da Defesa, Avigdor Lieberman, denunciou nesta terça-feira as colônias "selvagens" construídas na Cisjordânia ocupada, aparentemente contradizendo as declarações do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que descartou um dia antes qualquer desmantelamento dessas construções.

Israel faz uma distinção entre as colônias reconhecidas, as que obtiveram as autorizações necessárias, especialmente do Ministério da Defesa, e as "selvagens", construídas por colonos sem permissão. Mas a Cisjordânia é um território ocupado pelo Estado hebreu desde 1967 e segundo o Direito Internacional todas as colônias são ilegais.

Citado pela rádio militar, Lieberman considerou a jornalistas que os assentamentos selvagens "provocaram importantes danos à colonização".

Na segunda-feira, Netanyahu deu a entender que as colônias eram legítimas, sem fazer diferença entre as "legais" e as "selvagens".

"É a nossa terra. Voltamos aqui [Cisjordânia] para ficar. Não arrancaremos mais assentamentos da terra de Israel", advertiu o primeiro-ministro durante discurso em uma colônia da Cisjordânia.

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, de visita a Ramallah, na Cisjordânia, insistiu nesta terça-feira que a colonização, ou seja, os assentamentos civis israelenses em territórios ocupados, constitui um "grande obstáculo" para a paz.

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AFP