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O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes Ferreira, e Sandra Honore, representante especial da ONU e diretora da Missão das Nações Unidas para a estabilização do Haiti (Minustah)

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O Brasil considera que a missão da ONU no Haiti, sob o comando brasileiro desde sua instalação, em 2004, "foi um sucesso", declarou nesta sexta-feira o chanceler Aloysio Nunes.

"Estamos muito orgulhosos do papel que tivemos nestes treze anos. A missão, realizada sob a coordenação das Nações Unidas, foi um sucesso. O país é mais estável do que era em 2004", declarou Aloysio Nunes à AFP na base do batalhão brasileiro em Porto Príncipe.

A missão da ONU para a estabilização do Haiti (Minustah) foi criada em 2004, após a saída do presidente Jean-Bertrand Aristide, para ajudar a conter a violência registrada principalmente na capital, mas nunca conquistou a confiança dos haitianos.

Criada neste contexto de tensão política, a missão sempre foi percebida como um exército de ocupação pelos partidários de Aristide. A aversão à força internacional se intensificou após os escândalos envolvendo crimes sexuais e membros da Minustah.

"Houve crimes, e também punições, investigações: os crimes não ficaram sem consequências", declarou Aloysio Nunes respondendo às críticas de organizações civis do Haiti.

Em abril, o Conselho de Segurança da ONU decidiu acabar com a missão das forças de paz no Haiti, que será encerrada no dia 15 de outubro.

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AFP