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Morales acredita ser buscado pela Interpol por crimes inexistentes

Morales participa de entrevista coletiva na Cidade do México afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 27. novembro 2019 - 22:31
(AFP)

Evo Morales, que renunciou à presidência da Bolívia pressionado pelas Forças Armadas, disse nesta quarta-feira de seu exílio no México que a Interpol teria emitido uma notificação azul contra ele por delitos que considera inexistentes.

Morales disse em coletiva de imprensa que seria indiciado por uma dezena de delitos, entre eles o de "insurreição armada" e de financiar o "terrorismo".

"A Interpol está me buscando na América do Sul por delitos que não existem", disse Morales, acrescentando que tudo isso seria uma questão de "racismo" por ser indígena.

A Interpol explica em seu site que as denominadas notificações azuis "servem para colher informação adicional sobre a identidade de uma pessoa, localização ou atividades em relação a um delito". Somente as vermelhas são públicas, as de captura.

O político boliviano disse por outro lado que foi convidado pelo presidente eleito da Argentina, Alberto Fernández, para sua posse no dia 10 de dezembro.

"Ainda não decidi (...). Agradeço esse grande convite, que é um ato de solidariedade", respondeu o boliviano.

Morales chegou como asilado político à Cidade do México em 12 de novembro depois de deixar a presidência boliviana.

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