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O presidente da Bolívia, Evo Morales, na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, no dia 25 de setembro de 2015

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O presidente da Bolívia, Evo Morales, denunciou nesta sexta-feira a "ditadura" do sistema capitalista que "saqueia os povos" e alimenta as guerras, em um discurso diante das Nações Unidas.

"A economia capitalista opera mediante a ditadura do sistema financeiro, favorece os banqueiros e saqueia os povos", disse Morales durante a cúpula de desenvolvimento sustentável na sede da ONU, em Nova York.

Segundo o presidente de origem indígena, "o capitalismo leva os povos à extrema pobreza" e "alimenta a indústria da morte" ao promover "aparentes guerras justas".

Morales afirmou que sob seu governo "na Bolívia a economia se democratiza e se socializa".

Os líderes do planeta adotaram nesta sexta-feira, nas Nações Unidas, um ambicioso programa de desenvolvimento para os próximos 15 anos, que prevê 17 metas e 169 objetivos.

A nova agenda busca acabar com a pobreza, promover a educação, garantir vidas mais saudáveis e combater o aquecimento global.

AFP