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O presidente boliviano, Evo Morales, fala durante coletiva de imprensa na residência presidencial em La Paz, no dia 7 de julho de 2016

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O presidente boliviano, Evo Morales, disse nesta sexta-feira que não tentará uma nova reeleição, como querem alguns setores sociais, e que deixará o poder em 2020, quando terminar seu atual mandato.

"Disse várias vezes: não estou em campanha, obviamente. Vocês me disseram vá embora (no referendo deste ano), vou embora em 2020, em janeiro de 2020", quando terminar o terceiro mandato consecutivo, manifestou Morales em um ato público em Pando (nordeste). O presidente boliviano está no poder desde 2006.

Um referendo em fevereiro passado negou a possibilidade de se candidatar a um novo mandato 2020-2025, afetado pela revelação de que sua ex-companheira, atualmente na prisão, teria se beneficiado de favores políticos. Seus partidários disseram que a derrota estava contaminada pela situação.

O próprio presidente disse em junho à agência russa Sputnik que "é legal, é constitucional outro referendo. Não é um problema constitucional". Uma pesquisa recente da empresa Ipsos dá ao governante uma popularidade de 52%.

No entanto, alguns analistas consideram que Morales apresenta uma "fragilidade" política por causa da desaceleração da economia e dos conflitos sociais, um dos últimos com seus aliados cooperativistas mineiros, que levaram ao assassinato do vice-ministro Rodolfo Illanes, no fim de agosto.

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AFP