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A tartaruga gigante "Pepe, o missionário", na Ilha de San Cristóbal, nas Ilhas Galápagos, no Equador, em 7 de fevereiro de 2014.

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"Pepe, o missionário", a tartaruga gigante mais querida das ilhas equatorianas de Galápagos, no Pacífico, morreu na quinta-feira por causas naturais - informou nesta sexta o diretor de Ecossistemas do Parque, Víctor Carrión.

O quelônio, que vivia protegido na ilha San Cristóbal e tinha em torno de 60 anos, teve "falência de vários órgãos", o que levou à sua morte, disse Carrión à AFP, acrescentando que Pepe também sofria de sobrepeso.

Há pelo menos dois anos, Pepe começou a apresentar "problemas para comer", ficando por longos períodos sem ingerir alimentos.

"O desaparecimento da tartaruga Pepe não deixa sua espécie ('Chelonoidis becki') em perigo", escreveu o diretor do Parque Nacional Galápagos (PNG), Arturo Izurieta, em sua conta no Twitter.

Em junho de 2012, "George, o solitário", a última tartaruga gigante de sua espécie a habitar Galápagos, também morreu de causas naturais, após tentativas frustradas para que se reproduzisse.

George, com idade estimada em mais de 100 anos, tornou-se símbolo da conservação animal. Ele era o único sobrevivente da espécie "Chelonoidis abigdoni", originário da ilha Pinta, onde foi encontrado em 1972.

As ilhas Galápagos foram declaradas Patrimônio Natural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) há três décadas.

A região ainda abriga 11 espécies de tartarugas gigantes, depois do desaparecimento das espécies das ilhas Fernandina ("Chelonoidis fhantastica") e Santa Fé ("Chelonoidis spp").

AFP