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Fotografia de Tenzin Choeying, de 19 anos, que morreu após se queimar vivo como forma de protesto, em Nova Délhi, em 23 de julho de 2017

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Um estudante tibetano que ateou fogo ao próprio corpo em um ato de protesto contra a presença da China na região do Himalaia faleceu em um hospital da Índia, informou um médico neste domingo.

Tenzin Choeying, de 19 anos, morreu em decorrência de suas queimaduras em Nova Délhi, um semana após gritar "vitória para o Tibete!" e de ter se queimado vivo em um campus universitário de Varnasi, no estado de Uttar Pradesh.

"Faleceu no sábado, dias depois de ser levado de hospital de Varnasi para receber tratamento especializado", declarou à AFP um responsável médico do hospital de Safdarjung, Anil Rai.

Seu corpo será entregue às autoridades após a necropsia, acrescentou.

Muitos manifestantes que protestam contra a presença chinesa no Tibete ateiam fogo ao próprio corpo.

A Campanha Internacional para o Tibete, que assegura que 150 tibetanos se queimaram vivos desde 2009, afirmou que Choeying gritou "vitória para o Tibete!" antes de se queimar.

A polícia de Varnasi, citando testemunhas, disse que o jovem de 19 anos gritou "liberdade!" antes de jogar querosene e atear fogo em 14 de julho.

Os agentes estão investigando os motivos do suicídio, incluindo a possibilidade de que o estudante tenha se matado por não ter se saído bem nas provas.

AFP