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(Arquivo) Mariana Callejas, ex-agente de Inteligência da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), em Santiago, no dia 1º de setembro de 2003

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Mariana Callejas, ex-agente de Inteligência da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), faleceu aos 84 anos, por causas naturais, na madrugada desta quarta-feira (10), em uma casa de repouso onde passou os últimos anos - informou a rádio ADN.

Ela é coautora do atentado que, em 1974, custou a vida do ex-chefe do Exército chileno Carlos Prats e de sua mulher.

Callejas foi agente da temida DINA, a Polícia Secreta da ditadura de Pinochet, à qual se atribui a maioria das mais de 3.200 vítimas deixadas pelo regime.

Junto com seu marido e agente da CIA (a Agência Central de Inteligência), o americano Michael Townley, executou o ataque com explosivos, no qual morreram Prats e a esposa. O atentado foi cometido com uma bomba colocada no automóvel do casal, em Buenos Aires.

Por esse caso, Callejas foi condenada pela Justiça chilena a 20 anos de prisão, pena que foi reduzida para cinco anos em 2010.

A ex-agente e também escritora sofria do Mal de Alzheimer.

Ela acompanhou o marido aos Estados Unidos, o qual cometeu outro atentado, em 1976, em Washington, quando detonou o veículo onde estavam o ex-chanceler chileno Orlando Letelier, sua secretária Ronni Moffitt e seu marido.

A vida de Callejas foi levada ao cinema no filme "Matar a todos", dirigido pelo cineasta uruguaio Esteban Schroeder em 2008, além de ter sido contada em vários livros.

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AFP