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Moscou critica prisão nos EUA de russo acusado de roubar dados bancários

(Arquivo) Seleznev e seus sócios roubaram mais de 200.000 números de cartões bancários, e provocaram um prejuízo aos bancos de mais de 1,1 milhão de dólares afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 08. julho 2014 - 12:42
(AFP)

O ministério russo das Relações Exteriores denunciou nesta terça-feira a detenção nos Estados Unidos de seu cidadão Roman Seleznev, acusado de hackear e distribuir milhares de números de cartões de crédito, e classificou sua prisão de sequestro e gesto hostil.

"Consideramos o ocorrido como um novo gesto hostil de Washington. Não é a primeira vez que a parte americana (...) procede de fato ao sequestro de um cidadão russo", indicou a chancelaria russa em um comunicado.

O departamento americano de Justiça anunciou na segunda-feira que o russo Roman Seleznev, de 30 anos, foi detido no sábado em Male, capital das Ilhas Maldivas, e levado à ilha de Guam, onde compareceu por roubar números de cartão de crédito.

O jovem é acusado de hackear sistemas informáticos de empresas de distribuição e instalar programas destinados a extrair números de cartões bancários, entre outubro de 2009 e fevereiro de 2011.

Seleznev e seus sócios roubaram mais de 200.000 números de cartões bancários, e provocaram um prejuízo aos bancos de mais de 1,1 milhão de dólares, segundo uma acusação pronunciada contra ele em março de 2011 no Estado de Washington (oeste). Pode ser condenado a 67 anos de prisão por cinco acusações.

Segundo os serviços secretos americanos, que o detiveram, Seleznev é "um dos traficantes de informação financeira roubada mais produtivos do mundo".

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