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Taxistas protestam em 30 de julho de 2018, em Santiago do Chile, contra os serviços de transporte oferecidos por plataformas como o Uber

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Um suposto motorista da Uber matou um taxista a tiros e feriu outros dois, no sábado (11), no Chile, em um confuso incidente em meio à polêmica entre os aplicativos de passageiros e o sindicato do setor - informou a Polícia.

Um grupo de taxistas reteve e agrediu o veículo do motorista de um carro vermelho, que, segundo os agressores, era do aplicativo Uber.

A categoria acusa os profissionais dessa empresa de trabalharem ilegalmente e de terem reduzido seus ganhos pela metade desde que apareceu no país em 2014.

O motorista agredido desceu do carro, atirou nos taxistas e depois fugiu. Um dos taxistas "sofreu um ferimento no abdômen, que provocou sua morte". Outros dois também foram feridos, mas "estão fora de risco" e recebem atendimento em um hospital público, segundo a Polícia.

A Polícia iniciou uma perseguição e, horas mais tarde, prendeu o motorista autor dos disparos. As autoridades não confirmaram se ele era motorista da Uber.

Em nota, a Uber anunciou que "o indivíduo detido tinha uma conta habilitada para dirigir com o aplicativo, mas não se encontrava conectado a ela no momento do incidente", informou o jornal "La Tercera".

O governo chileno anunciou uma lei para regulamentar o funcionamento de empresas como Uber e Cabify, mas o sindicato de taxistas do país já anunciou que a norma não resolve a ilegalidade das empresas de passageiros por Internet.

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AFP