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MP da Venezuela pede prisão de nove diretores da PDVSA por corrupção

Cartel de la compañía estatal petrolera de Venezuela, PDVSA, en un estación de servicio en Caracas, el 14 de noviembre de 2017 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 19. setembro 2018 - 19:40
(AFP)

O Ministério Público da Venezuela ordenou a prisão de nove diretores e ex-diretores de subsidiárias da empresa petroleira estatal PDVSA por suposta corrupção, disse nesta quarta-feira (19) o procurador-geral, Tarek William Saab.

O caso diz respeito à compra de 400 tanques de transporte de combustível em diversos contratos assinados em 2010, dos quais apenas 168 foram entregues sem "as especificações técnicas apropriadas para seu uso", disse Saab à imprensa.

Os danos patrimoniais superam 18 milhões de dólares, disse o procurador.

Três ex-presidentes e ex-gerentes-gerais da Empresa Nacional de Transportes, subsidiária da PDVSA, estão entre os acusados.

Segundo o procurador, as compras foram feitas de duas empresas no México, quando eram tradicionalmente feitas de empresas chinesas. Uma dessas companhias "sequer existe", acrescentou Saab.

A investigação se soma a outras executadas pelo MP contra a corrupção na PDVSA, quando a produção de petróleo, o que contribui em 96% da renda do país, está em colapso.

Desde agosto do ano passado, disse Saab, 90 funcionários foram processados por esquemas de corrupção na PDVSA, incluindo 23 gerentes.

As denúncias incluem Rafael Ramírez, presidente da PDVSA durante a era do falecido líder socialista Hugo Chávez (1999-2013). Em agosto, a Suprema Corte de Justiça (TSJ) da Venezuela autorizou um pedido de extradição dele para a Espanha.

Ramírez rompeu com o presidente Nicolás Maduro no final do ano passado.

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