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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumprimenta apoiadores durante discurso em Diadema, São Paulo, em 15 de julho de 2017

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O Ministério Público Federal (MPF) defendeu nesta sexta-feira a absolvição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na ação por obstrução de justiça envolvendo a suposta compra do silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

O MPF entregou à Justiça Federal em Brasília as alegações finais, nas quais afirma não ter encontrado evidências de que Lula cometeu crime de obstrução de justiça.

A defesa de Lula qualificou a decisão de "justa", por refletir a "inocência" do ex-presidente. "Lula jamais praticou qualquer ato com o objetivo de impedir ou modular a delação premiada do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró".

O processo para investigar Lula e o banqueiro André Esteves foi aberto com base na delação do senador petista cassado Delcídio do Amaral.

Em 2015, Delcídio foi detido pela Polícia Federal - quando era líder do governo Dilma Rousseff no Senado - sob a acusação de oferecer 50 mil reais mensais a Cerveró para que o ex-diretor da Petrobras não fechasse acordo de delação premiada.

Nesta sexta-feira, o MPF pediu à Justiça que Delcídio perca os benefícios da deleção premiada e seja condenado.

Na avaliação do MPF, o silêncio de Cerveró interessava somente ao ex-senador do PT, que "mentiu sobre fatos que levaram à abertura de ação penal contra sete pessoas".

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AFP