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Setenta e cinco por cento dos muçulmanos que vivem na Europa se declararam ligados emocionalmente ao país no qual vivem, e acreditam em suas instituições, embora mais de 25% se sintam discriminados

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Setenta e cinco por cento dos muçulmanos que vivem na Europa se declararam ligados emocionalmente ao país no qual vivem, e acreditam em suas instituições, embora mais de 25% se sintam discriminados, ressalta uma grande pesquisa divulgada nesta quinta-feira.

A Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia (FRA) perguntou em 2016 a 10.527 pessoas de fé muçulmana residentes em 15 países da UE. Mais da metade tem a cidadania do país em que se reside.

Segundo os resultados do estudo, 76% das pessoas questionadas se declaram "muito ligadas" ao país em que vivem.

Por grau de intensidade, os muçulmanos que residem em Finlândia, Suécia, Reino Unido, França e Bélgica são os que se sentem mais integrados, enquanto os que moram em Itália, Holanda, Áustria e Grécia são os que menos sentem este vínculo.

Em dois países, França e Holanda, esse apego é ligeiramente inferior entre os filhos de imigrantes muçulmanos do que entre seus pais.

Em média, os muçulmanos asseguram ter mais confiança nas instituições de seus países de residência (Justiça, Polícia, Parlamento) do que o resto da população.

Estes resultados "desacreditam totalmente a afirmação de que os muçulmanos não estão integrados em nossas sociedades", considera no relatório Michael O'Flaherty, diretor da FRA, com sede em Viena.

Quatro muçulmanos em cada dez (39%) asseguram que nos últimos cinco anos se sentiram discriminados em algum momento por conta de sua origem ou religião.

Esta discriminação se aplicaria em particular na busca de emprego ou de moradia.

Cerca de 39% das mulheres que usam véu asseguram ter sofrido "gestos ou olhares" ofensivos.

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AFP