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Instalação na exposição "Jerusalem Lives", no Museu Palestino, em 26 de agosto de 2017

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O Museu Palestino abriu as portas neste sábado (26), em Ramallah, com uma exposição que recorda o problema de Jerusalém e a ocupação israelense.

O museu fica na cidade universitária de Birzeit, perto da capital política palestina na Cisjordânia ocupada.

A inauguração aconteceu em maio passado, na verdade, mas sem qualquer exposição - o que despertou críticas e foi alvo de ironia.

De acordo com as autoridades palestinas, em maio, houve apenas a inauguração do prédio.

A exposição "Jerusalem vive" aborda o longo conflito sobre a cidade santa sob diferentes aspectos: das obras puramente abstratas até as mais politizadas.

Em uma das salas, uma mostra fotográfica expõe, nas quatro paredes, a onipresença das colônias israelenses em torno dessa cidade, a qual os palestinos esperam algum dia ver se transformar em sua capital.

O curador da exposição, Reem Fadda, explicou que o objetivo é abrir o debate sobre a "resistência cultural" às políticas de Israel, que ocupou Jerusalém Oriental em 1967 e depois a anexou. A manobra nunca foi reconhecida pela comunidade internacional.

"O objetivo da exposição é proporcionar uma forma criativa de resistir a essa hegemonia da ocupação israelense, que a cidade de Jerusalém enfrenta", disse à AFP.

A exposição é gratuita e pode ser vista até dezembro.

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AFP