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(Arquivo) Foto tirada em 4 de outubro de 2017 mostra o rei da Arábia Saudita, Salman bin Abdulaziz Al-Saud, em Moscou

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O procurador-geral da Arábia Saudita prometeu neste domingo uma "aplicação firme" da lei, um dia depois de um expurgo sem precedentes nos círculos de poder e negócios, assim como a criação de uma comissão anticorrupção.

"Os suspeitos têm os mesmos direitos e recebem o mesmo tratamento que qualquer outro cidadão saudita. A posição e o estatuto de suspeito não influenciam na aplicação firme e justa" da lei, declarou o procurador, o xeque Saud al-Moyeb, que faz parte da nova comissão formada mediante decreto real.

Segundo a emissora de televisão Al-Arabiya, 11 príncipes, quatro ministros e dezenas de ex-ministros foram detidos, e a comissão anticorrupção lançou em particular uma investigação sobre as fatais inundações que devastaram em 2009 a cidade de Jidá, às margens do Mar Vermelho.

Em seu comunicado, o procurador-geral assinala que a comissão anticorrupção, presidida pelo jovem príncipe herdeiro Mohammad bin Salman, abriu "um certo número de investigações" que fazem parte da "obrigação judicial do Estado de lutar contra a corrupção".

"O governo da Arábia Saudita toma essas medidas conforme as suas leis e regulamentações, e de maneira apropriada segundo a natureza dos crimes", acrescenta.

"Todos são supostamente inocentes até que sejam descobertos culpados, e os direitos de cada um serão preservados", insistiu o procurador.

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AFP