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Pessoas recebem vacina para febre amarela em Caratinga, Minas Gerais, no dia 13 de janeiro de 2017

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O número de mortes anuais em todo o mundo pelo sarampo ficou pela primeira vez abaixo da marca dos 100.000 em 2016, embora a vacinação siga estagnada, anunciou a ONU nesta quinta-feira (26).

Segundo o relatório anual sobre esta doença feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS), 90.000 pessoas morreram pelo sarampo em 2016.

"É a primeira vez que o número anual de mortes provocadas pelo sarampo fica abaixo de 100.000", assinalou a OMS em comunicado conjunto com outras agências de saúde, entre elas a aliança de vacinas Gavi, o Centro americano para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC, em inglês) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Assim, desde o ano 2000, as mortes por sarampo caíram 84%, recorda o comunicado.

A distribuição de 5,5 bilhões de doses de vacinas desde o início do século foi fundamental para reduzir essa quantidade, mas a OMS considera que as campanhas de vacinação devem se intensificar ainda mais.

"O mundo está longe de ter alcançado os objetivos regionais de eliminação do sarampo", advertiu.

"A aplicação da primeira dose de vacinas necessárias está estagnada em cerca de 85% desde 2009, distante dos 95% necessários para deter a infecção. E a cobertura da segunda dose, apesar de uma recente alta, era apenas de 64% em 2016", lamentaram os autores do estudo.

Nigéria, Índia e Paquistão são os países com maior quantidade de crianças não vacinadas.

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AFP