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Amina Mohammed, em Nova York, no dia 22 de setembro de 2017

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A número dois da ONU, Amina Mohammed, desmentiu nesta quinta-feira (9) ter vendido ilegalmente, no começo de 2017, pau-rosa a empresários chineses, quando encerrava seu mandato como ministra de Ambiente da Nigéria, segundo acusações de uma ONG.

Antes de assumir suas funções como secretária-geral adjunta da ONU em fevereiro, Mohammed, ministra desde 2015, assinou milhares de autorizações de exportação ilegal desta madeira preciosa por um valor de 300 milhões de dólares, segundo a ONG Environmental Investigation Agency (EIA).

Essas exportações ficaram retidas durante meses na fronteira chinesa por autoridades aduaneiras, indicou a ONG sediada em Washington.

Mohammed, que já informou ao secretário-geral da ONU Antonio Guterres sobre a repercussão do caso, "rechaça categoricamente toda alegação de fraude" e Guterres reafirmou sua confiança nela, segundo o porta-voz das Nações Unidos, Farhan Haq.

O pau-rosa, uma espécie rara, é protegida pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e foi colocado na lista de risco no ano passado pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (CITES).

Seu óleo é usado na perfumaria, e a madeira, na marcenaria.

"Ela disse que assinou os certificados de exportação solicitados antes da proibição, apenas depois de ter se cumprido o devido processo", acrescentou o porta-voz da ONU.

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AFP