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(Arquivo) Restos encontrados em uma necrópole, em Echenoz-la-Meline, França, no dia 11 de junho de 2008

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Arqueólogos descobriram uma necrópole da época merovíngia (séculos V-VIII) que contém ao menos 600 esqueletos na localidade francesa de Monchy-Lagache (norte), informou na quinta-feira o Instituto nacional de pesquisas arqueológicas preventivas (Inrap).

Dado o número de esqueletos e a presença de tumbas de crianças, os pesquisadores acreditam que se trata da população inteira de um povoado.

Os corpos encontrados estão a cerca de 1,50 metro debaixo da terra, fora do alcance dos detectores de metais tradicionais.

Durante uma análise realizada no terreno antes da construção de uma escola, "foi descoberto esse cemitério excepcional", disse à AFP Richard Rougier, diretor adjunto científico e técnico no Inrap.

Em julho, os arqueólogos abriram cerca de 12% da superfície, desenterrando quatro esqueletos, "o que possibilita extrapolar o número de tumbas, que seria de ao menos 600, ou inclusive 800", acrescentou.

"Podemos imaginar que as tumbas estão particularmente bem conservadas, pois não foi visto nenhum rastro de saques", ressaltou Rougier.

A região francesa de Picardia, onde foi feita a descoberta, possui uma grande densidade de sítios arqueológicos, com um patrimônio enterrado muito importante. Em 2014, una estátua que representava uma figura feminina, de 23.000 anos de antiguidade (paleolítico), foi encontrada na cidade de Amiens.

A dinastia dos merovíngios reinou em grande parte dos territórios atualmente franceses e belgas, do século V até a metade do século VIII.

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AFP