Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu

(afp_tickers)

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, saudou nesta sexta-feira (13) a "corajosa decisão" do presidente americano, Donald Trump, de não "certificar" o acordo sobre o programa nuclear iraniano.

"Felicito o presidente Trump por sua corajosa decisão de enfrentar o regime terrorista iraniano", afirmou Netanyahu, em um vídeo divulgado em inglês pouco depois do discurso do presidente dos EUA.

"Se o acordo [nuclear] com o Irã continuar sem mudanças, uma coisa é certa: em alguns anos, o pior regime terrorista disporá de um arsenal de armas nucleares, o que constitui um enorme perigo para nosso futuro coletivo", advertiu o primeiro-ministro.

Netanyahu sempre denunciou o acordo firmado em 2015 entre as grandes potências e o Irã sobre o programa nuclear da República Islâmica, criticando especialmente o ex-presidente americano Barack Obama, um de seus principais artífices.

O pacto busca controlar o caráter civil das atividades nucleares iranianas em troca da suspensão progressiva das sanções contra Teerã.

Netanyahu alega que o acordo permitirá ao Irã desenvolver seus programas nucleares, escondendo-se atrás do que foi firmado. Diante desse quadro, o premiê pede que seja anulado, ou profundamente modificado.

Hoje, o presidente Trump disse que poderá pôr fim ao acordo a qualquer momento, após anunciar que se limitará, inicialmente, a se recusar a "certificar" os compromissos de Teerã.

"O presidente Trump simplesmente criou a oportunidade para remodelar esse mau acordo, de repelir a agressão iraniana e de fazer frente a seu apoio criminoso ao terrorismo", insistiu Netanyahu.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP