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O presidente de Nicarágua, Daniel Ortega, junto a vice-presidente Rosario Murillo, no dia 6 de novembro de 2016

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A Nicarágua assinou o Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas, ao qual havia se negado a aderir inicialmente, por considerar que é "o único instrumento" internacional que oferece as condições para enfrentar o aquecimento global e seus efeitos, informou o governo nesta segunda-feira (23).

Com a assinatura, divulgada pela vice-presidente Rosario Murillo, Estados Unidos e Síria passam a ser os únicos países à margem do tratado adotado em dezembro de 2015 na capital francesa com o objetivo reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

"Declaramos que o governo da República de Nicarágua adere (ao Acordo de Paris) e se compromete a cumprir fielmente suas disposições", anunciou o governo em um comunicado lido por Murillo.

A Nicarágua concretizou sua incorporação ao acordo, que vigora no marco da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, no dia 20 de outubro deste ano em Manágua, de acordo com Murillo.

Há dois anos a Nicarágua se absteve de assinar o tratado por considerá-lo insuficiente para reduzir os efeitos do aquecimento global.

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AFP