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(Arquivo) Campo de trigo perto de Temuco, palco do conflito entre os proprietários de terras e os mapuches nativos, que reivindicam 'direitos ancestrais'

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Dois caminhões e cinco equipamentos florestais foram queimados no sul do Chile na noite desta segunda-feira em um novo ataque reivindicado por um grupo radical de indígenas mapuches que reclamam a restituição de terras ancestrais.

O ataque ocorreu em Pumadal, na região de Araucanía (sul), uma semana depois que 29 caminhões foram incendiados, em uma ação classificada como atentado pelas autoridades de Santiago.

Outras 18 máquinas foram queimadas dez dias antes na mesma região.

O novo ataque foi reivindicado pelo grupo radical mapuche Coordenação Arauco Malleco (CAM), segundo o governo.

A comunidade mapuche alega que as empresas florestais invadiram lugares sagrados, prejudicando sua cosmovisão e alterando hábitos como o uso de ervas medicinais.

Reduzidos a cerca de 700.000 pessoas, dos 17 milhões de habitantes do Chile, os mapuches em sua maioria vivem em pequenas comunidades nas regiões de Araucanía r Los Ríos, sul do país.

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AFP