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Obama: sanções contra a Rússia revelam consequências por ações na Ucrânia

Soldados ucranianos posicionam-se na pequena cidade de Seversk afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 16. julho 2014 - 13:04
(AFP)

O presidente americano, Barack Obama, declarou nesta quarta-feira que a imposição de novas sanções contra a Rússia são a consequência de suas ações na Ucrânia.

"O que esperamos é que os líderes russos se deem conta, de uma vez por todas, de que suas ações na Ucrânia têm consequências, principalmente um enfraquecimento da economia russa e um crescente isolamento diplomático", disse Obama durante um breve discurso.

Antes do discurso de Obama, o Departamento do Tesouro havia anunciado o fortalecimento das sanções contra Moscou devido à crise na Ucrânia, afetando empresas de defesa, financeiras e de energia.

O Tesouro indicou que as medidas, golpe mais duro até o momento de Washington contra a economia russa, incluem sanções contra a gigante do petróleo Rosneft e o banco da petroleira Gazprom, o Gazprombank.

A lista de sanções americanas também inclui medidas contra os rebeldes da República Popular de Donetsk e da República Popular de Lugansk, no leste da Ucrânia.

O anúncio foi feito no momento em que os líderes da União Europeia (UE) decidiram também ampliar as sanções contra a Rússia, de acordo com fontes diplomáticas.

A UE adotou medidas contra instituições russas, que foram responsabilizadas por ameaçar a integridade territorial da Ucrânia, indicou uma fonte diplomática. Também decidiu suspender os programas financiados na Rússia pelo Banco Europeu de Investimentos (BEI) e o Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento (BERD).

As novas sanções foram impostas depois de mais de três meses de confrontos na Ucrânia que deixaram mais de 600 mortos.

Quase 50 civis morreram desde o fim de semana em ataques aéreos e de artilharia em Donetsk e Lugansk.

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