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O presidente americano, Barack Obama, se pronuncia sobre a situação do Iraque, em Martha's Vineyard, no estado de Massachusetts.

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O presidente americano, Barack Obama, pediu nesta quarta-feira um esforço conjunto para eliminar o "câncer" do terror jihadista do Iraque e da Síria, depois que militantes do Estado Islâmico (EI) assassinaram um jornalista americano.

Obama declarou que o mundo inteiro ficou chocado com a decapitação do jornalista James Foley, de 40 anos, que foi filmada e divulgada na internet por combatentes do EI.

"É preciso haver um esforço conjunto para extirpar esse câncer, para que ele não se espalhe. Deve haver uma rejeição clara a este tipo de ideologias niilistas", disse Obama.

"Uma coisa com a qual todos podemos concordar é que um grupo como o EIIL não tem lugar no século XXI", declarou, citando a sigla utilizada anteriormente pelo grupo, que se identificava como Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL).

Ele afirmou que a organização não é porta-voz de nenhuma religião verdadeira, e ameaça tanto muçulmanos quanto não muçulmanos.

"Suas vítimas são em sua maioria muçulmanas e nenhuma fé ensina as pessoas a massacrar inocentes. Nenhum Deus justo apoiaria o que eles fizeram ontem e o que eles fazem todos os dias", disse Obama.

O presidente declarou ter conversado com os pais de Foley, um jornalista freelancer que trabalhava para o GlobalPost, para a AFP e para outros meios de comunicação antes de ser sequestrado, há dois anos, e "disse a eles que todos estão com o coração partido por sua perda".

AFP