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Refugiados rohingya desembarcam em Bangladesh em 14 de setembro de 2017

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A Grã-Bretanha liderou as potências mundiais que nesta segunda-feira advertiram Mianmar sobre as possíveis ações se sua líder, Aung San Suu Kyi, não fizer algo para pôr fim a uma campanha contra a minoria muçulmana rohingya.

Horas antes de Suu Kyi pronunciar um discurso à nação na terça-feira, o ministro britânico das Relações Exteriores, Boris Johnson, convocou uma reunião sobre a crise à margem da Assembleia Geral da ONU em Nova York.

Em um encontro ao qual assistiram a embaixadora americana na ONU Nikki Haley e o vice-ministro das Relações Exteriores de Mianmar, Johnson advertiu que a violência no estado de Rakhine era "uma mancha na reputação do país" após sua transição a um governo democrático.

"Por isso, Mianmar não deve se surpreender por se encontrar sob escrutínio internacional e na agenda do Conselho de Segurança", disse Johnson.

"Ninguém quer ver um retorno ao governo militar, motivo pelo qual é vital que Aung San Suu Kyi e o governo civil deixem claro que esses abusos devem ser detidos", acrescentou em um comunicado.

Haley, no entanto, qualificou a reunião como "produtiva", mas expressou seu alarde pela falta de progresso no tema. "Os Estados Unidos continuam pedindo ao governo de Mianmar que dê fim às operações militares, conceder acesso humanitário e comprometer-se a ajudar o retorno seguro dos civis a seus lares", disse.

Os outros países representados na reunião foram Bangladesh, principal destino dos refugiados que fogem, Austrália, Canadá, Dinamarca, Indonésia, Suécia e Turquia, segundo a Grã Bretanha.

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AFP