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No sul do reduto, em Khan Yunes, muito atingida por bombardeios, ao menos 13 palestinos morreram, entre eles sete membros de uma mesma família, por disparos de tanques israelenses.

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Ao menos 67 palestinos morreram nesta quarta-feira até o meio-dia na Faixa de Gaza nos bombardeios e ataques israelenses, elevando o número de vítimas desde o início da ofensiva, em 8 de julho, a 1.296 palestinos mortos e 7.200 feridos.

Entre as 67 vítimas fatais desta quarta-feira figuram 16 refugiados do campo de Jabaliya que morreram quando os morteiros disparados por um tanque atingiram uma escola da ONU, indicaram os socorristas.

Em Tuffah, um subúrbio do nordeste da cidade de Gaza, seis palestinos, entre eles três crianças, morreram em um ataque de tanques israelenses, indicaram os serviços de emergência.

No sul do reduto, em Khan Yunes, muito atingida por bombardeios, ao menos 13 palestinos morreram, entre eles sete membros de uma mesma família, por disparos de tanques israelenses, anunciaram os socorristas locais.

"Sete membros da família Abu Amer morreram nos intensos disparos de tanques contra sua casa, no leste de Khan Yunes. Os cadáveres foram retirados dos escombros e levados ao hospital Nasser de Khan Yunes", declarou Ashraf al-Qudra, porta-voz dos serviços de emergência da Faixa de Gaza.

Pouco antes, no mesmo setor outras três pessoas haviam morrido, enquanto um palestino faleceu em Deir al-Balah.

Segundo a ONU, três quartos dos mortos palestinos nos 23 dias de conflito são civis.

Por sua vez, Israel, que nesta quarta-feira não teve vítimas, registrou desde o início da ofensiva a morte de 53 soldados e três civis, um deles tailandês.

AFP