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Estudantes da Universidade Central da Venezuela entram em confronto com a polícia durante protesto contra o governo venezuelano, em Caracas, em 4 de maio de 2017

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Os governos de oito países latino-americanos deploraram nesta quinta-feira o "recrudescimento da violência" na Venezuela, onde os protestos contra o presidente Nicolás Maduro já deixaram 35 mortos em pouco mais de um mês.

Brasil, Argentina, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México e Paraguai firmaram um comunicado, divulgado por Bogotá, no qual deploram "a deterioração da situação interna e o recrudescimento da violência na República Bolivariana da Venezuela".

"Condenamos o uso excessivo da força por parte das autoridades venezuelanas contra a população civil que marcha para protestar contra as medidas do governo que afetam a estabilidade democrática, polarizam ainda mais a sociedade venezuelana e provocam a perda de vidas, em sua maioria de pessoas jovens".

Os oito países também fazem um apelo ao governo venezuelano "para que respeite os direitos humanos de seus cidadãos", e recordam que este é o dever da Venezuela como membro do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas.

Os protestos contra Maduro recrudesceram na quarta-feira, após o presidente apresentar ao Poder Eleitoral um decreto convocando uma Assembleia Nacional Constituinte "popular", que a oposição considera um "golpe de Estado" para evitar eleições livres.

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AFP