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Presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, abre a Conferência Mundial sobre Enfermidades não transmissíveis, da OMS em Montevidéu, no dia 18 de outubro de 2017

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O mundo enfrenta uma epidemia de doenças não transmissíveis como o câncer, a diabetes e males cardiovasculares, que necessitam esforços de "prevenção e controle" por parte dos Estados, concordaram em Montevidéu participantes de uma conferência da OMS nesta quarta-feira (18).

"Mais do que se inteirar de novos diagnósticos e prognósticos, que com certeza de novo terão pouco, acreditamos que devamos nos aproximar para renovar e fortalecer a aliança política dos Estados para encarar maiores esforços em prevenção e controle" destas doenças, expressou o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, ao dar início aos debates da Conferência Mundial sobre Doenças Não Transmissíveis.

"Há um vasto campo de concordâncias e acordos que podem e devem ser recolhidos no 'Roteiro' de Montevidéu", um plano global de recomendações aprovado nesta quarta-feira na capital uruguaia durante o evento da Organização Mundial da Saúde (OMS), visando sua discussão na ONU em 2018.

"A epidemia das doenças não transmissíveis está se materializando ante os nossos olhos como uma história de terror", afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

A diabetes, o câncer, as doenças cardiovasculares e respiratórias "nos esperam se não agirmos já", acrescentou o funcionário, na conferência da qual participaram os presidentes de Chile, Michelle Bachelet; Argentina, Mauricio Macri; e Paraguai, Horacio Cartes.

Macri permaneceu apenas 15 minutos no recinto e no meio da conferência foi saudado pelo presidente anfitrião, que assinalou que tinha que sair logo, e agradeceu por seus minutos de presença.

A conferência da OMS durará três dias. Na quinta e sexta-feira haverá oficinas técnicas.

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AFP