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A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez soar o alarme sobre as doenças não transmissíveis, a maior causa de mortes no mundo

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez soar o alarme nesta segunda-feira sobre as doenças não transmissíveis, a maior causa de mortes no mundo, e instou os países a fazerem mais para atingir os objetivos estabelecidos em 2015.

Em seu primeiro relatório de avaliação, a OMS indicou que "o mundo não está em um bom caminho para atingir o objetivo" de reduzir em um terço, no período 2015-2030, a taxa de mortalidade prematura devido a doenças não transmissíveis.

"Houve alguns progressos, [...] mas foram limitados", declarou à imprensa Douglas Bettcher, diretor do departamento de Prevenção de Doenças Não Transmissíveis da OMS.

"A janela de oportunidades para salvar vidas se fecha", alertou, ressaltando que "são necessárias ações urgentes".

As doenças não transmissíveis matam a cada ano mais de 40 milhões de pessoas, entre elas 15 milhões de entre 30 e 70 anos. Mais de 80% destes óbitos, chamados "prematuros", ocorrem em países de rendas baixas ou médias, segundo a OMS, que indicou que esta "epidemia é alimentada pela pobreza, [...] o comércio de produtos prejudiciais à saúde, a urbanização rápida e o crescimento da população".

As doenças cardiovasculares são responsáveis pela maior parte das mortes por doenças não transmissíveis, 17,7 milhões por ano, seguidas pelos cânceres (8,8 milhões), doenças respiratórias (3,9 milhões) e diabetes (1,6 milhão).

A OMS estabeleceu 19 objetivos, incluindo o aumento do preço do tabaco, a adoção de políticas nacionais para reduzir o consumo de sal e a promoção da lactância materna, para medir a eficácia da luta contra estas doenças.

Segundo o relatório, a Costa Rica e o Irã são os dois países mais "eficientes", visto que cumpriram 15 dos 19 objetivos. Estão seguidos pelo Brasil, Bulgária, Turquia, Reino Unido, Finlândia, Noruega, Arábia Saudita e Tailândia.

No lado oposto, seis países não cumpriram nenhum dos objetivos estabelecidos pela OMS: Angola, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, Sudão do Sul, São Tomé e Príncipe e Micronésia.

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AFP