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OMS indica risco de transmissão de coronavírus entre pessoas que não foram à China

Vizinhos da cidade fronteiriça de Shueng Shui, com máscaras, em 6 de fevereiro de 2020 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 10. fevereiro 2020 - 04:25
(AFP)

A propagação do novo coronavírus fora da China poderia aumentar com a transmissão da doença por pessoas que nunca viajaram para o país, advertiu neste domingo (10) o diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS).

"Houve casos preocupantes de propagação do #2019nCoV por pessoas sem antecedentes de viagem" à China, tuitou Tedros Adhanom Ghebreyesus, utilizando a denominação científica provisória do vírus.

"A detecção de um pequeno número de casos pode indicar uma transmissão mais generalizada em outros países; em poucas palavras, talvez só estejamos vendo a ponta do iceberg", acrescentou o etíope.

Por enquanto, a propagação da epidemia fora da China parece bastante moderada, mas Ghebreyesus advertiu que poderia acelerar: "O confinamento (do vírus) segue sendo nosso objetivo, mas todos os países devem usar a oportunidade criada pela estratégia de confinamento para se preparar para a possível chegada do vírus".

Fora da China continental foram registrados mais de 350 pacientes em 30 países e territórios e dois mortos foram reportados, um nas Filipinas e outro em Hong Kong.

Vários países proibiram as chegadas da China e as principais empresas aéreas suspenderam os voos para este país. A Air China anulou alguns de seus voos aos Estados Unidos.

Na China continental, o novo coronavírus causou 908 mortos e mais de 40.000 infectados, segundo o balanço reportado nesta segunda-feira pelas autoridades.

Uma "missão de especialistas internacionais" da OMS, chefiada por Bruce Aylward, um veterano que trabalhou em outras emergências sanitárias, partiu para a China na noite de domingo à noite para ajudar a coordenar uma resposta à crise desatada em dezembro de 2019 na cidade de Wuhan (centro).

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