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Manifestação opositora em Caracas em 1 de setembro

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Organizações de direitos humanos denunciaram neste sábado (3) que pelo menos 30 pessoas foram detidas pelo Serviço de Inteligência da Venezuela durante um protesto contra o presidente Nicolás Maduro no estado de Nueva Esparta (norte), onde inaugurava obras sociais.

"Há mais de 30 detidos pelo Sebin (serviço de Inteligência)", alertou no Twitter o diretor-executivo da ONG Foro Penal Venezolano, Alfredo Romero, cuja organização é vinculada pelo governo à oposição.

Os incidentes foram registrados na noite de sexta-feira (2), quando Maduro caminhava a pé pelo setor Villa Rosa, nos arredores da maior cidade de Nueva Esparta, Porlamar, para liderar um ato e inaugurar obras em edifícios reformados em zonas populares da região.

Segundo vídeos divulgados em redes sociais por líderes opositores, moradores da zona foram protestar contra o presidente, cercando-o enquanto batiam panelas.

"Chegam informações de abuso policial e buscas sem ordem judicial em Villa Rosa", disse no Twitter a ONG Provea.

O ministro da Comunicação e da Informação, Luis Marcano, minimizou os incidentes em Nueva Esparta, acusando a imprensa de exagerar os fatos.

Líderes da oposição criticaram as detenções.

"Não tem Maduro, escolta, nem Casa Militar, nem ministro que possa evitar os panelaços de um povo que quer referendo", tuitou o ex-candidato à Presidência pela oposição Henrique Capriles.

Um dia antes desse protesto, a oposição realizou uma marcha em Caracas para exigir a ativação do referendo revogatório que promove contra Maduro. Segundo os opositores, mais de um milhão de pessoas foram às ruas, enquanto o governo sustenta que reuniu apenas 30.000.

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AFP