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A ministra de Relações Exteriores Sushma Swaraj durante Assembleia-Geral da ONU em Nova York, no dia 23 de setembro de 2017

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A ministra de Relações Exteriores da Índia criticou duramente o Paquistão neste sábado (23) na ONU, onde disse que o país vizinho fornece ao mundo "terroristas" enquanto a Índia produz médicos e engenheiros de primeiro nível.

"Por que hoje a Índia é reconhecida como uma superpotência da tecnologia de informação mundial, e o Paquistão apenas é reconhecido como uma proeminente fábrica de exportação do terror?", questionou Sushma Swaraj diante da Assembleia-Geral da ONU.

"Formamos acadêmicos, doutores, engenheiros. O que vocês produziram? Produziram terroristas", acrescentou.

Swaraj falou em resposta ao discurso pronunciado essa semana pelo primeiro-ministro paquistanês Shahid Khaqan Abbasi, que acusou a Índia de "força massiva e indiscriminada" na região da Caxemira.

Nos últimos anos, as relações entre Paquistão e Índia ficaram mais tensas, principalmente na Caxemira, que, ainda que esteja dividida, cada país busca possuir a sua totalidade.

As duas nações com armas nucleares evitaram três guerras desde que conquistaram a independência da Grã-Bretanha em 1947, duas delas por esse território disputado na região do Himalaia.

Diante do discurso de Abbasi na quinta-feira (21), um diplomata indiano emitiu sua opinião ao subir no palco da Assembleia-Geral da ONU e catalogar o Paquistão de "terrorista".

A Índia acusa Islamabad de treinar, armar e infiltrar militantes na Caxemira. O Paquistão recusa as acusações.

Na sexta-feira (22), o exército paquistanês afirmou que seis pessoas morreram e mais de vinte ficaram feridas por disparos de tropas da Índia na fronteira com a Caxemira.

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AFP