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Uma mulher caminha por Gwoza, local onde o Boko Haram estabeleceu sua base na Nigéria em 2014, no dia 1º de agosto de 2017

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Pelo menos 540 civis foram mortos, feridos ou sequestrados em ataques atribuídos ao Boko Haram desde fevereiro de 2015 na região de Diffa, no sudeste do Níger, perto da Nigéria, segundo dados publicados nesta quinta-feira pela ONU em Niamei.

"Contamos cerca de 540 pessoas mortas, feridas ou sequestradas desde os primeiros ataques do Boko Haram no Níger, em fevereiro de 2015", informou a Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês) em seu site.

Um balanço anterior das Nações Unidas, publicado em janeiro, contabilizava 177 civis assassinados pelo grupo extremista nigeriano entre fevereiro de 2015 e setembro de 2016.

Os mais violentos ataques aconteceram nas cidades fronteiriças com a Nigéria e nas localidades próximas ao lago Chade, entre Níger, Chade e Nigéria, segundo as autoridades de Diffa. Assim, segundo a OCHA, 70% dos mortos foram registrados no departamento de Bosso.

A agência da ONU não deu nenhum balanço de militares nigerianos, nem de combatentes do Boko Haram abatidos. No entanto, informou ter recolhido "dados não exaustivos" das vítimas civis através de seus "parceiros no terreno". Algumas vítimas foram mortas a tiros em ataques suicida, queimadas vivas ou degoladas, explicou à AFP uma fonte do setor de segurança.

O Boko Haram fez seus primeiros ataques no Níger em 6 de fevereiro de 2015. O exército tentou encontrar e libertar 39 pessoas -33 mulheres e seis crianças- sequestradas no começo de julho pelo grupo extremista em Ngalewa, uma aldeia próxima ao lago Chade.

Na região de Diffa vivem mais de 300.000 refugiados e deslocados, segundo a ONU.

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AFP