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Integrante das Forças Democráticas Sírias (FDS) retira bandeira do Estado Islâmico da cidade de Tabqa em 30 de abril

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O grupo Estado Islâmico (EI) executou 741 civis durante a batalha de Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, retomada em julho pelo exército iraquiano após nove meses de combates, informou nesta quinta-feira a ONU, que convida o governo do Iraque ao Tribunal Penal Internacional.

Um total de 2.521 civis morreram, a maioria em ataques de jihadistas, durante a ofensiva, indicou o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos em um relatório.

"Os responsáveis devem responder por seus crimes odiosos", afirmou o alto comissário, Zeid Ra'ad Al Hussein, em um comunicado.

Mossul foi capturada pelos jihadistas do EI em 2014 e se transformou na capital do autoproclamado "califado" no Iraque.

Mais de 800.000 pessoas foram obrigadas a fugir em consequência dos combates, segundo o relatório.

O documento "menciona 461 civis mortos após os ataques aéreos durante a fase mais intensa da ofensiva iniciada em 19 de fevereiro pelas forças de segurança iraquianas".

A ONU destaca que é impossível estabelecer a origem dos ataques em "quase todos os casos".

O Alto Comissariado convida o governo iraquiano a pedir ao Tribunal Penal Internacional que investigue "de imediato" esta situação.

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AFP